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Blog sobre para-raios – Raio Brasil

Tudo Sobre Para-raios, artigos, dúvidas, dicas, mitos e verdades.

SPDA (Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas) – Peguntas e Respostas

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Entenda de uma forma clara e rápida sobre SPDA (Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas) ou do português popular: “para-raios“. Confira as dúvidas mais frequentes feitas por síndicos, empresários e administradores. Saiba a importância da instalação deste sistema em seu prédio, indústria ou qualquer que seja a edificação a se proteger.

Este artigo é o de número 2 da série de periódicos que o Engenheiro Francisco C. Cotta Jr criou para orientar as pessoas da importância dos serviços de engenharia elétrica que a Raiobrasil Engenharia apresenta.

Saiba mais sobre como proteger seu patrimônio da maneira mais correta e confiável, clique no link abaixo para baixar um folheto informativo contendo perguntas e respostas

 

 

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[DOWNLOAD] – Folheto informativo SPDA

 

 

 

 

 

 

 

 

Perguntas e respostas sobre DPS – Dispositivos contra surtos elétricos

dps dispositivo de protecao contra surtos eletricosPerguntas e respostas sobre DPS – Dispositivos contra surtos elétricos

[Breve introdução]: Diariamente nosso ambiente residencial, comercial e/ou industrial está exposto a fenômenos da natureza (raios), ou até mesmo a manobras da rede elétrica (chaveamentos ou manobras de rede; Liga/Desliga de motores “grandes”). Esses procedimentos afetam diretamente na nossa rede elétrica causando queima de equipamentos eletroeletrônicos como: televisores, geladeiras, computadores, servidores, DVR, sistemas de CFTV, modens, micro-ondas entre outros.

[O que são?]: Dispositivos de proteção contra surtos (DPS) são equipamentos desenvolvidos com o objetivo de detectar sobretensões transitórias na rede elétrica e desviar as correntes de surto.

DPS - Padrão DIN

DPS – Padrão DIN

Não corra risco! Proteja a sua casa, empresa e/ou indústria. Não espere queimar equipamentos essenciais e caros ou um desastre irreversível de perdas de bens e materiais ocorrer.

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Equipamentos expostos sem proteção contra surtos elétricos estão propícios a queimas repentinas de sobretensões advindo da rede elétrica.

Saiba mais sobre esses dispositivos de proteção contra surtos elétricos, clique no link abaixo para baixar um folheto informativo contendo perguntas e respostas

 

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[DOWNLOAD] – Folheto informativo DPS

A consciência da instalação de para-raios em edifícios tem ganhado maior importância no estado do Espírito Santo

a consciencia da instalacao de para raios em edificios tem ganhado maior importancia no estado do espirito santo

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Segundo uma matéria realizada pela emissora filial do SBT do Espírito Santo, a importância de se proteger   patrimônios contra descargas atmosféricas(raios) tem-se aumentado.  A matéria foi ao ar no dia 5 de janeiro de 2017.

De acordo com os meteorologistas, essa época do ano os acidentes causados por raios são mais freqüentes. A combinação de umidade e altas temperaturas formam o ambiente ideal para a formação de descargas elétricas, e o Brasil é o país recordista de descargas elétricas no mundo. “Uma forma de proteção contra essas descargas elétricas são os para raios”, ressalta o engenheiro entrevistado.

Prédios públicos e edifícios altos são obrigados por lei a instalar o equipamento. O para raio funciona como um facilitador do caminho do raio. A corrente captada pelo subsistema de captação(para-raio) pelo ponto mais alto da estrutura conduz a corrente até o ponto com menor potencial, no caso, o solo.

Confira na íntegra a entrevista e se informe a respeito do assunto no link. Nossa empresa possui um engenheiro responsável para a emissão de laudos, consultoria e projetos no estado do Espirito Santo.

Entre em contato com um dos nosso emails apresentados no site.

Francisco Coelho Cotta Jr

Eng. Eletricista

CREA : ES-0043117/D

 

 

 

 

LEGISLAÇÃO SOBRE PARA-RAIOS NO RIO DE JANEIRO

lei sobre para raios

LEGISLAÇÃO
O uso de pára-raios é obrigatório para prédios com mais de 30 metros de altura, conforme o Código de Segurança contra Incêndios e Pânico, Decreto Estadual (RJ) 897, de 21 de setembro de 1976, Art. 168.
Um outro tipo de pára-raios, o radioativo, que funciona com amerício 241 teve seu emprego proibido pela Resolução nº 4, de 19 de abril de 1989, da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN, publicada no D.O.U. de 19 de maio de 1989.
Tais pára-raios radioativos foram proibidos no Município do Rio de Janeiro pelo Decreto “N” nº 16204, de 21 de outubro de 1997, publicado no D.O. de 21 de outubro de 1997.
CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO
DECRETO Nº 897, DE 21 DE SETEMBRO DE 1976
REGULAMENTA o Decreto-lei nº 247, de 21-7-75, que dispõe sobre segurança contra incêndio e pânico.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no Decreto-lei nº 247, de 21-7-75,
DECRETA:
CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO
CAPÍTULO XVII
Dos dispositivos de proteção por pára-raios
Art. 165 – O cabo de descida ou escoamento dos pára-raios deverá passar distante de materiais de fácil combustão e de outros onde possa causar danos.
Art. 166 – Na instalação dos pára-raios será observado o estabelecimento de meio da descarga de menor extensão e o mais vertical possível.
Art. 167 – A instalação dos pára-raios deverá obedecer ao que determinam as normas próprias vigentes, sendo da inteira responsabilidade do instalador a obediência às mesmas.
Art. 168 – O Corpo de Bombeiros exigirá pára-raios em:
I – Edificações e estabelecimentos industriais ou comerciais com mais de 1.500m² (um mil e quinhentos metros quadrados) de área construída;
II – Toda e qualquer edificação com mais de 30m (trinta metros) de altura;
III – Áreas destinadas a depósitos de explosivos ou inflamáveis;
IV – Outros casos, a critério do Corpo de Bombeiros, quando a periculosidade o justificar.
DECRETO “N” Nº 16204 DE 21 DE OUTUBRO DE 1997
DISPÕE SOBRE A SUBSTITUIÇÃO E RETIRADA DE PÁRA-RAIOS
RADIOATIVOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO,
no uso de suas atribuições legais, tendo em vista o que consta do Processo Administrativo nº 01/004.227/97,
CONSIDERANDO que é dever da Prefeitura do Município do Rio de Janeiro não só garantir boas condições de saúde à população, como também zelar pela segurança dos imóveis;
CONSIDERANDO que o manuseio de radioisótopos requer cuidados específicos para manutenção e descarte, a fim de evitar riscos ao meio ambiente à saúde;
CONSIDERANDO que compete privativamente à União legislar sobre atividades nucleares de qualquer natureza, nos termos do inciso XXVI do artigo 22 da Constituição Federal;
CONSIDERANDO o disposto na Resolução nº 4 de 19 de abril de 1989, da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN, publicada no Diário Oficial da União, em 19 de maio de 1989, que suspende a concessão de autorização para utilização de material radioativo em pára-raios;
CONSIDERANDO que não está comprovado o aumento do raio de proteção pela presença de material radioativo;
CONSIDERANDO a explícita exclusão deste tipo de equipamento no corpo da NBR 5419, em seu item “campo de aplicação”,
DECRETA:
Art. 1º – Fica proibido o uso de captor iônico radioativo.
Art. 2º – Os proprietários de edificações que tenham pára-raios radioativos instalados deverão efetuar sua substituição e adequação do sistema de proteção contra descargas atmoféricas à NBR 5419 da ABNT, garantindo abrangência para todo o imóvel.
Art. 3º – Fica estipulado o prazo de 720 (setecentos e vinte) dias para atendimento ao disposto no Artigo 2º.
Art. 4º – A retirada do material radioativo e sua destinação deverão obedecer às normas e legislação pertinentes.
Art. 5º – Os responsáveis pela desativação dos captores iônicos-radioativos deverão providenciar sua entrega ao órgão governamental competente (CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear), com o objetivo de evitar a dispersão de radioisótopos no meio ambiente.
Art. 6º – Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Rio de Janeiro, 21 de outubro de 1997 – 433º ano da fundação da Cidade.

Mitos e verdades sobre raios

AS LENDAS
A sabedoria popular, nem sempre tão sábia, criou uma série de noções falsas que podem levar à tragédia:
Lenda: Se não está chovendo não caem raios.
Verdade: Os raios podem chegar ao solo a até 15 km de distância do local da chuva.
Lenda: Sapatos com sola de borracha ou os pneus do automóvel evitam que uma pessoa seja atingida por um raio.
Verdade: Solas de borracha ou pneus não protegem contra os raios. No entanto, a carroceria metálica do carro dá uma boa proteção a quem está em seu interior; sem tocar em partes metálicas. Mesmo que um raio atinja o carro é sempre mais seguro dentro do que fora dele.
Lenda: As pessoas ficam carregadas de eletricidade quando são atingidas por um raio e não devem ser tocadas.
Verdade: As vítimas de raios não “dão choque” e precisam de urgente socorro médico, especialmente reanimação cardio-respiratória.
Lenda: Um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar.
Verdade: Não importa qual seja o local ele pode ser atingido repetidas vezes, durante uma tempestade. Isto acontece até com pessoas. O guarda florestal norte-americano Roy Sullivan foi atingido sete vezes durante sua vida. Sofreu pequenas queimaduras, contusões, tombos e roupas rasgadas. Hoje, aposentado, Roy mora numa casa reboque com um pára-raios em cada quina.

Como funciona o Raio?

 

como sao formados os raios

RAIOS
Um raio, relâmpago ou corisco é talvez a mais violenta manifestação da natureza. Numa fração de segundo, um raio pode produzir uma carga de energia cujos parâmetros chegam a atingir valores tão altos quanto:
-> 125 milhões de volts
-> 200 mil ampères
-> 25 mil graus Celsius

Embora nem sempre sejam alcançados tais valores, mesmo um raio menos potente ainda tem energia suficiente para matar, ferir, incendiar, quebrar estruturas, derrubar árvores e abrir buracos ou valas no chão.
Ao redor da Terra caem cerca de 100 raios por segundo. No Brasil, nas regiões Sudeste e Sul, a incidência é de 25 milhões de raios anualmente, sendo a maior quantidade, no período de dezembro a março, que corresponde à época das chuvas de verão.
Embora não haja estatísticas disponíveis para o Brasil, centenas de pessoas a cada ano são atingidas por raios. Muitas morrem, outras sofrem traumatismos e queimaduras. A maioria das vítimas são atingidas ao ar livre, embaixo de árvores ou na água. No Brasil, há inúmeros relatos de vítimas de raios, atingidas enquanto jogavam futebol ou estavam na praia durante uma tempestade de verão.
Num destes casos (janeiro de 1994) dez pessoas foram feridas por um raio enquanto se abrigavam sob duas barracas de praia em Ipanema. Todas sofreram queimaduras de primeiro grau e foram jogadas para longe; uma barraca foi despedaçada e sua dona ficou com as roupas rasgadas. As vítimas tiveram que ser carregadas para o Hospital Miguel Couto, onde se recuperaram e foram liberadas.
O que aconteceu, provavelmente, foi que os mastros das barracas agiram como pára-raios e não havendo aterramento, a explosão de energia espalhou-se ao redor, atingindo as vítimas.
Outro caso que merece atenção aconteceu durante um treino do Palmeiras (setembro de 1983), no Parque Antártica. Chovia muito e, de repente, um raio caiu no meio de um grupo de jogadores. Um deles desmaiou, outros três foram derrubados no chão e o técnico da equipe foi atirado a alguns metros de distância. Eventualmente todos se recuperaram.
Caso mais triste sucedeu em janeiro de 1997 com dois adolescentes, que rezavam no alto do Morro de Gericinó (Realengo) durante uma tempestade. O lugar, descampado, é conhecido como Pedra do Avião. Um raio atingiu os rapazes; um deles foi jogado para cima e rolou pedra abaixo, escapando vivo, com ligeiras escoriações. O outro, no entanto, teve suas roupas e sua Bíblia reduzidos a frangalhos e morreu, provavelmente de parada cardíaca, já que não havia queimaduras ou traumatismos.
Além de vítimas, os raios destroem bens materiais correspondentes a prejuízos de muitos milhões de reais todos os anos com incêndios florestais ou em lavouras; incêndios ou destruição de prédios ou pontes; danos graves em veículos; interrupções da energia elétrica pela destruição de torres e linhas de abastecimento, etc.

Mister Brau é atingido por raio – Para-raios da Raiobrasil

Na série Mister Brau, transmitida pela Rede Globo na quarta-feira 2 dezembro 2015, Brau é atingido por um Raio quando está inaugurando um para-raios.
O para-raios utilizado para filmar a cena foi fornecido e instalado pela Raio Brasil.

Link da Matéria: http://globoplay.globo.com/v/4647694/

Estouro misterioso acorda cariocas na madrugada

Um barulho ouvido em diversas partes da cidade do Rio agitou as redes sociais logo cedo, na madrugada desta segunda-feira. Por volta das 4h, moradores da Zona Sul, da Zona Norte e do Centro já discutiam no Facebook e no Twitter sobre o que teria acontecido — explosão e trovão eram os chutes mais recorrentes. Há relatos até de que gente em São Gonçalo e Petrópolis ouviu o tal estouro. O Alerta Rio, no entanto, não soube precisar exatamente o que aconteceu. Segundo o órgão, o responsável mais provável foi um raio.

E não foram poucos os raios que caíram nesse horário. De acordo com o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe), no período das 00h às 14h de segunda-feira, foram registrados 28 raios nuvem-solo (aqueles que atingem o solo e podem causar mortes) na cidade do Rio, sendo que o horário com maior incidência foi das 02h20 às 04h40min — exatamente aquele em que o barulhão acordou as pessoas. Além disso, ainda aconteceram outros 61 raios intra-nuvens (os que não atingem o solo e ficam nas nuvens, são os clarões) na cidade. A maior incidência desses foi entre 04h40 e 07h.

 “Que explosão foi aquela de madrugada, gente? Pensei que o mundo ia acabar”, disse uma usuária. Outro perguntou: “Mano, quem ouviu aquele trovão que mais parecia uma explosão de madrugada?”. “Eu vi esse raio cair quase em frente à minha casa… No bairro do Estácio… Primeiro um clarão sinistro e depois um barulho mais sinistro ainda..”, jurou um rapaz. “Desculpem, pessoal. Fui eu. Ontem comi caldo de ervilha e muita pizza de ovo… Prometo maneirar”, brincou outro, menos preocupado com a discussão.

Essa não é a primeira vez que um barulho misterioso atrapalha o sono dos cariocas no ano. No dia 8 de setembro, um ruído forte e contínuo foi ouvido em partes do Leblon, Gávea e Copacabana. Na Tijuca, no mesmo horário, houve relatos de um clarão iluminando o céu. Ninguém conseguiu identificar a origem do problema, e o mistério continuou. Entre ufólogos, houve até a suspeita de que tenha sido um Ovni (objeto voador não identificado) que explodiu. Mas, segundo o Alerta Rio, os raios, novamente, seriam os principais suspeitos de novo.

El Niño pode aumentar risco de acidentes com raios no verão, diz pesquisa

O Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), desenvolveu uma cartilha detalhada de proteção contra raios, com base nas informações coletadas sobre as circunstâncias de morte por raio mais comuns. As recomendações devem ser seguidas durante as tempestades. Se possível, o melhor é sair da rua na hora de uma chuva forte com raios e trovoadas.

Na semana passada, o Elat divulgou uma pesquisa que mostra o impacto do El Niño sobre a ocorrência de tempestades no Sudeste durante o verão 2015/2016. Segundo a pesquisa, no próximo verão, a previsão é de um aumento na ocorrência de tempestades, em relação ao mesmo período do ano anterior.

“Ao cruzarmos esses percentuais de previsão com a densidade populacional, somos levados a pensar que o número de mortes por raios no próximo verão pode aumentar se não alertarmos adequadamente a população sobre os efeitos do El Niño”, disse o coordenador do Elat, Osmar Pinto Junior.

Os dados da Rede Brasileira de Detecção de Descargas Atmosféricas (BrasilDAT) do último trimestre (agosto, setembro e outubro), já sob o efeito do El Niño, confirmam essas tendências. De acordo com o coordenador do Elat, o aumento preocupa e parece indicar que não só a ocorrência de tempestades, como a intensidade delas, aumenta em decorrência do fenômeno climático.

Por essa razão, o Elat recomenda, durante as chuvas fortes com raios e trovoadas, dentro de casa, não se deve usar telefone com fio, evitar a proximidade de tomadas, canos, janelas e portas metálicas e não tocar equipamentos ligados à rede elétrica.

Se estiver na rua, deve procurar abrigo em carros não conversíveis, ônibus ou outros veículos metálicos não conversíveis; em moradias ou prédios, de preferência que possuam proteção contra raios ou em abrigos subterrâneos, tais como metros ou túneis.

Ao ar livre, evite segurar objetos metálicos longos (varas de pesca, tripés, tacos de golfe etc.), empinar pipas e aeromodelos com fio, andar a cavalo e ficar em contato com a água. Pequenas construções (tendas, barracos, celeiros), veículos sem cobertura e árvores oferecem risco e não protegem. Evite ficar no topo de morros, no alto de prédios, em áreas descampadas, em estacionamentos, próximo a cerca de arame ou embaixo de árvores isoladas.

Segundo o coordenador do Elat, Osmar Pinto Jr., os ciclones e furacões não tem relação com o El Niño no Brasil. (Fonte: Agência Brasil)